Mostrar mensagens com a etiqueta EMEF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EMEF. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Também, tu, Skoda?
http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=46298
Decorre o concurso para mais uma privatização, a da EMEF.
Segundo a Transportes em revista, para alem da Siemens e da Alstom, há interesse da Skoda Electric, de mais uma inglesa e outra talvez chinesa (que como se sabe fabricam baratinho).
Entretanto os resultados liquidos de 2014 foram positivos: 909 mil euros.
Apenas mais uma demonstração de que é falso o argumento da inoperacionalidade da gestão pública. Não é o facto de ser pública ou privada que define a eficiência de uma empresa.
Mas o atual governo prossegue a sua fúria privatizadora.
Que culpa tem o interesse público das crenças fundamentalistas apreendidas em cursos nas faculdades?
Publicada por
Fernando de Carvalho Santos e Silva
à(s)
14:46
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
EMEF,
privatizações
domingo, 5 de junho de 2011
EMEF - Uma agradável surpresa
De visita às antigas instalações da Sorefame na Amadora.
Pavilhões abandonados aguardando a demolição, onde foram montados e testados os 10 pendolinos da CP.
A extinção da Sorefame é um dos episódios mais negros da história da engenharia portuguesa (porque às ameaças exteriores correspondeu uma tentativa oportunista a partir do interior).
A furia urbanizadora (furia cega, ignorante e provavelmente suicida, porque o esforço de construção civil deveria centrar-se agora na reabilitação do parque habitacional e nunca em condomínios de luxo ou de pretensões média-alta) aguarda oportunidade para avançar.
Mas uma agradável surpresa.
A EMEF instalou aqui o seu nucleo de inovação.
Aqui se faz a reparação de segundo nível da eletrónica dos pendolinos e das automotoras dos suburbanos.
Com economias significativas por negociação com os fabricantes do material circulante ou contacto direto com os fornecedores destes fabricantes, ou aquisição direta de componentes equivalentes (GTOs, por exemplo), ou construção de módulos equivalentes.
Para uma pessoa como o humilde escriba, que já terminou a sua vida profissional, é extremamente agradável ver o entusiasmo dos jovens colegas nestas questões técnicas e ver tambem que esse entusiasmo se traduz em resultados.
Tudo isto tão longe da ignorancia dos decisores, que decretam que as empresas publicas têm de ser privatizadas ou então reduzir as suas atividades à mais apagada e vil tristeza de que falava Luis Vaz.
E que ninguem se lembre de condenar o esforço destes técnicos de uma empresa pública, em nome do interesse das empresas fabricantes, porque as diretivas europeias são muito claras ao definir a obrigatoriedade dos produtos de qualquer fabricante serem compativeis com os produtos de outros fabricantes (isto é, a manutenção de um equipamento não é exclusiva do fabricante).
Destaque para o sistema de telegestão e telecontagem de energia dos comboios, com centralização da informação na Amadora, já em funcionamento, com vantagens para a eficiencia energética com poupanças nos consumos dos comboios, e para manutenção.
Dadas as afinidades dos componentes e do material circulante, sugere-se o desenvolvimento de mecanismos de cooperação entre, por exemplo, o metropolitano de Lisboa e a EMEF (o humilde escriba recorda uma excelente colaboração já havida com o laboratório de telecomunicações da REFER para medição de intereferncias eletromagnéticas).
Pavilhões abandonados aguardando a demolição, onde foram montados e testados os 10 pendolinos da CP.
A extinção da Sorefame é um dos episódios mais negros da história da engenharia portuguesa (porque às ameaças exteriores correspondeu uma tentativa oportunista a partir do interior).
A furia urbanizadora (furia cega, ignorante e provavelmente suicida, porque o esforço de construção civil deveria centrar-se agora na reabilitação do parque habitacional e nunca em condomínios de luxo ou de pretensões média-alta) aguarda oportunidade para avançar.
Mas uma agradável surpresa.
A EMEF instalou aqui o seu nucleo de inovação.
Aqui se faz a reparação de segundo nível da eletrónica dos pendolinos e das automotoras dos suburbanos.
Com economias significativas por negociação com os fabricantes do material circulante ou contacto direto com os fornecedores destes fabricantes, ou aquisição direta de componentes equivalentes (GTOs, por exemplo), ou construção de módulos equivalentes.
Para uma pessoa como o humilde escriba, que já terminou a sua vida profissional, é extremamente agradável ver o entusiasmo dos jovens colegas nestas questões técnicas e ver tambem que esse entusiasmo se traduz em resultados.
Tudo isto tão longe da ignorancia dos decisores, que decretam que as empresas publicas têm de ser privatizadas ou então reduzir as suas atividades à mais apagada e vil tristeza de que falava Luis Vaz.
E que ninguem se lembre de condenar o esforço destes técnicos de uma empresa pública, em nome do interesse das empresas fabricantes, porque as diretivas europeias são muito claras ao definir a obrigatoriedade dos produtos de qualquer fabricante serem compativeis com os produtos de outros fabricantes (isto é, a manutenção de um equipamento não é exclusiva do fabricante).
Destaque para o sistema de telegestão e telecontagem de energia dos comboios, com centralização da informação na Amadora, já em funcionamento, com vantagens para a eficiencia energética com poupanças nos consumos dos comboios, e para manutenção.
Dadas as afinidades dos componentes e do material circulante, sugere-se o desenvolvimento de mecanismos de cooperação entre, por exemplo, o metropolitano de Lisboa e a EMEF (o humilde escriba recorda uma excelente colaboração já havida com o laboratório de telecomunicações da REFER para medição de intereferncias eletromagnéticas).
Publicada por
Fernando de Carvalho Santos e Silva
à(s)
02:45
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Subscrever:
Mensagens (Atom)