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sábado, 8 de outubro de 2011

A Palestina, os USA e a UNESCO

Oh, President Obama, you give me grief. 
So it was not enough to veto the admission of Palestine as a state fully in the UN? 
Now you want to cut funding to UNESCO for having admitted Palestine? 
Ah,  USA contributed 22%? 
So what? 
So what?
If you intervene on the planet where you have interest, why not to pay?
Come on, do as the Daniel Baremboin mixed orchestra.
In Palestine there are also world heritage.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O presidente Obama não quer o estado da Palestina

A resolução da ONU que previa 2 estados, o de Israel e o da Palestina, data de 1948.
Mas o presidente Obama continua a achar que ainda não há condições para o estado palestiniano.
Em nome da rapariga palestiniana que vi numa reportagem a ter de dar satisfações a um soldado israelita num posto de controle - a rapariga trabalhava de um dos lados e morava no outro, caminhava com ar orgulhoso e com os cabelos soltos - lamento profundamente esta manifestação de falta de solidariedade de Obama.
Apesar de já ter dito que não tinha sido eleito para fazer o jogo dos especuladores de Wall Street, a realidade é que neste caso não conseguiu escapar ao poder do partido de Wall Street e do partido dos lobbies.
A resolução é muito clara: dois estados com as fronteiras definidas em 1948, com a ONU como garante da paz.
120 estados reconheceram a Palestina.
Obama acha que estão enganados.
É por isso que muitas vezes se ouve um americano dizer :"não compreendo porque não gostam de nós".
Não há nada de anti-americanismo ou anti-israelita nisto.
Já Benjamin Franklin, embaixador em França dos USA recem criados,  lamentava que em Washington soubessem mais do que ele da revolução francesa.
Tal como o embaixador dos USA em Angola em 1975.
Ford e Kissinger, longe do contacto com a realidade angolana, ignoraram as recomendações do embaixador para reconhecimento do MPLA. Seguiu-se a guerra civil.
As informações são processadas pela Casa Branca, criando um modelo da realidade, naturalmente dela afastado, e depois transmitido pelo presidente à nação e ao mundo, como se fosse ele a realidade.
Trat-se de um mecanismo já muito estudado, mas insiste-se neste modelo.
É uma pena, especialmente neste contexto de endividamento crescente dos USA, a sua desindustrialização, a sua balança de pagamentos deficitária e os seus gastos exagerados com as guerras em que se mete.
Pena não dar ouvidos aos 120 países.

sábado, 4 de setembro de 2010

Very fast post in blog . 25 - O festival de Veneza e o conflito Israel-Palestina

O festival de cinema de Veneza também colabora na solução do conflito entre Israel e a Palestina.
Premiou um filme realizado por um judeu americano, com argumento de uma palestiniana, e interpretada por atores de várias nacionalidades entre os quais, na personagem principal, uma goesa.
É como a orquestra de Daniel Barenboim.
Quando se conseguirá tirar o poder às instituições e às pessoas que não deixam as outras viver em paz? Imaginemos , como escreveu John Lennon.