Do Charlie Hebdo nº1178 retiro este cartoon:
e a afirmação inequívoca da "laicité". Não se pretende pregar o ateísmo, apenas que como cidadãos não se imponham religiões. Aliás, era o que dizia o primeiro presidente da república do Paquistõ, não é novidade nenhuma.
http://1drv.ms/14JFZ6P
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Je suis laicité
Publicada por
Fernando de Carvalho Santos e Silva
à(s)
19:09
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Charlie
Com muito obrigado ao DN, de onde retiro o cartoon, pela sua reação ao atentado:
Eu penso que os governos, juntamente com as próprias instituições religiosas, deveriaam desencadear uma campanha de esclarecimento sobre os textos ditos sagrados e integrá-los nos contextos históricos.
O Corão diz claramente que ninguém tem o direito de dispor da vida de outrem, e há um hadite muito claro que diz: "a tinta do sábio vale mais do que o sangue do mártir" - الحبر لل تعلم يستحق أكثر من دم الشهيد.
Seria bom que estudassem as reportagens de Eça de Queirós no médio oriente, e analisassem os erros da divisão artificial dos despojos do império otomano.
Esta ideologia wahabita de morte aos cruzados combate-se principalmente com cultura, reconhecimento dos erros e culpas, e com empregos para os jovens.
Agora se acham que as empresas só são rentáveis se despedirem pessoas e não empregarem jovens e se continuarem a apoiar as politicas da arábia saudita (ligações aos empresários de petróleo dos USA), vai continuar a ser dificil.
Eu penso que os governos, juntamente com as próprias instituições religiosas, deveriaam desencadear uma campanha de esclarecimento sobre os textos ditos sagrados e integrá-los nos contextos históricos.
O Corão diz claramente que ninguém tem o direito de dispor da vida de outrem, e há um hadite muito claro que diz: "a tinta do sábio vale mais do que o sangue do mártir" - الحبر لل تعلم يستحق أكثر من دم الشهيد.
Seria bom que estudassem as reportagens de Eça de Queirós no médio oriente, e analisassem os erros da divisão artificial dos despojos do império otomano.
Esta ideologia wahabita de morte aos cruzados combate-se principalmente com cultura, reconhecimento dos erros e culpas, e com empregos para os jovens.
Agora se acham que as empresas só são rentáveis se despedirem pessoas e não empregarem jovens e se continuarem a apoiar as politicas da arábia saudita (ligações aos empresários de petróleo dos USA), vai continuar a ser dificil.
Publicada por
Fernando de Carvalho Santos e Silva
à(s)
15:08
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