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sábado, 26 de dezembro de 2015

Deuses da guerra, deuses da concórdia, deuses do comércio, deuses das danças e do entertenimento

Deuses da guerra, deuses da concórdia, deuses do comércio, deuses das danças e do entertenimento, não poderíeis entender-vos entre vós, já que os humanos já demonstraram a sua incapacidade para tal, e poupar as criancinhas a estes jogos de guerra?
É que elas podem habituar-se, e passam depois a vida em sucessivamente mais graves jogos de guerra, infelizmente muitos deles reais.
Ou... será que vocês são mesmo criados à imagem do homem, e também não se entendem?
Precisamos mesmo de um congresso pluriversal de deuses, para pôr sossego nisto.



A ideia de guerra, disfarçada de ficção cientifica, invocando o nome de Disney, made in China, com etiqueta CE, subliminarmente injetada nas crianças, 12 tiros de rajada, ou rafaga, como dizem os espanhois quando falam castelhano

segunda-feira, 27 de abril de 2015

"Todos os políticos são assassinos ou têm de possuir a vontade de assassinar"

Com a devida vénia ao DN e ao seu crítico de cinema João Lopes, esta citação é de Beau Willimon, argumentista da série House of cards, nos bastidores da presidencia dos USA.
Esta série deriva de outra da BBC de 1990, a partir de um romance de Michael Dobbs, conselheiro de Margaret Thatcher.
Uma das técnicas usadas no software de segurança dos sistemas processorizados de controle da sinalização ferroviária consiste em, a partir dos mesmo dados ou condições, fazer as verificações e determinar as saídas através de dois programas ou caminhos diferentes. Se as conclusões forem iguais, estará garantida a segurança da saída (acender o sinal permissivo, por exemplo).
Analogamente, sendo o pensamento de um conselheiro de Thatcher tão diferente do que penso já ter expresso neste blogue, posso concluir que é verdadeira a afirmação "Todos os políticos são assassinos ou têm de possuir a vontade de assassinar".
E disse mais, Beau Willimon: "Encontramos aqui a dramatização do que permite aos políticos fazer o indizível, seja facilitar a morte de um congressista ou mandar cem mil soldados para a guerra...As pessoas podem morrer doutras maneiras. Podem morrer de desespero. A pobreza continuada pode levar-nos ao cemitério. Feitas as contas, a política é uma indústria de vida ou morte".
Impressiona saber que as coisas podem mesmo ser assim.
Ser um crime mandar soldados australianos e neo-zelandeses desembarcar em Galipoli em 1915, mandar soldados portugueses como carne para canhão na Flandres em 1917, ou para matar e ser morto nas guerras coloniais de Salazar e Caetano. Ou telecomandar drones que matam crianças alheias à guerra.
Ou morrer de pobreza porque a escola de Chicago diz que o desemprego baixa os preços e estimula a creatividade dos empreendedores.
Ou nos corredores dos hospitais (como é possível que um secretário de Estado diga que o serviço nacional de saúde tem de obedecer à lei da oferta e da procura, quando qualquer sistema tem um tempo de reação para adaptar a sua oferta à procura; para evitar as falhas nesse período existe o conceito de reserva operacional; e existe ainda a lei de Say, que diz que diz que a oferta estimula a procura, coisa muito utilizada nas leis de tráfego, como na descompressão das pontas).
Criminosos, os políticos e os economistas que mandam reduzir os salários, as pensões, as despesas de segurança social, da educação, da saúde?

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Sun Tzu, senhor e teórico da guerra


Mensagem de Sun Tzu, senhor e teórico da guerra,  à CGTP, a propósito das greves:

- "É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Travar uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater, isso sim é o cúmulo da habilidade… A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.” 

 

Mensagem de Sun Tzu ao governo e ao teóricos da produtividade e competitividade, para que não despeçam tanto:

 


-“O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada”.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

segunda-feira, 22 de março de 2010

Notícias do mundo anglo-saxónico – Março de 2010

Desejo relacionar o meu recente comentário sobre o “Hurt locker” com as notícias que vejo hoje, dos USA e do UK, os principais instigadores da guerra do Iraque, não validada pelos órgãos institucionais internacioniais, e do prolongamento do esforço de guerra no Afeganistão.
1 – A reforma da saúde nos USA
Dos USA chega o quadro da votação no Congresso sobre a reforma da saúde quando faltavam 1:56 : 213 votos a favor, 203 contra.

Felicitações , presidente Obama, e votos de sucesso para a reforma (seguro obrigatório de saúde, com comparticipação pública quando necessário).
Pode ser que isto represente um princípio muito simples: que a solidariedade distingue a espécie humana das outras.
E falo assim porque uma boa maneira de melhorar a economia e o bem estar é reduzir os gastos com a guerra.
Os adamsmithistas vociferarão que quem desconta mais ficará desmotivado porque está a sustentar quem não consegue produzir o suficiente para ter rendimentos que lhe possa pagar um bom seguro.
Mas agora a lei passa a ser assim.
Importam-se de cumprir?


Seja A o volume de rendimentos fixos e de atividade liberal que era declarado por um crente adamsmithista e B o volume de rendimentos da sua atividade liberal que ele não declarava antes da aprovação da lei.
Seja “t” a taxa ou imposto recolhido pelo fisco dos USA. O montante recolhido oficialmente era t1A.
Sobre B não há recolha direta de imposto, mas como tem um efeito multiplicador como economia paralela (lavagem de dinheiro, por exemplo), admitamos que produziu uma recolha de t1x0,1B.
Logo, o que o fisco recolhia era t1A+ t1x0,1B, ou seja, t1(A+0,1B)
Admitamos de seguida que a desmotivação da nova lei levava o adamsmithista a trabalhar menos 20% na sua atividade declarada (se não declarava a outra parte, não se iria desmotivar nessa parte por os dinheiros públicos andarem a subsidiar seguros pouco rentáveis).
Teríamos como recolha de imposto depois da lei:
t1x0,8A+ t1x0,1B, ou seja t1(0,8A+0,1B)
Vamos ver o que perdeu o adamsmithista em percentagem na transição da lei.
Situação anterior: rendimento líquido (1-t1)A+B
Situação posterior: rendimento líquido (1-t1)x0,8A+B , ou seja, (0,8-0,8 t1)A+B
Perda de rendimento do adamsmithista : (1-t1)A+B – [(0,8-0,8 t1)A+B] = 0,2A-0,2 t1A
Se a taxa for 0,3 a perda será : 0,14A
Isto é, trabalhou menos 20% na atividade declarada e teve uma diminuição de rendimento de 14%

E quanto perderá o fisco?
Situação anterior: t1(A+0,1B)
Situação posterior: t1(0,8A+0,1B)
Perda da recolha pelo fisco: t1(A+0,1B) - t1(0,8A+0,1B) = 0,2 t1A
Para uma taxa de 0,3 teremos para a perda do fisco: 0,06A
Isto é, o adamsmithista perdeu mais do dobro do que o fisco.
Será portanto uma hipótese provável que Adam Smith teria dito ao adamsmithista:
Não sejas urso, eu fartei-me de explicar que o interesse individual revertia sempre para o bem comum. Mantem ou aumenta o rendimento de A e não te importes se o respetivo imposto vai pagar o seguro do cidadão preguiçoso. Se não fizeres o que te digo, perdes mais do que o fisco.

2 – O cabo Katrine Hodge





A notícia vem do UK. O cabo Katrine Hodge é a atual miss Inglaterra. Já cumpriu a sua missão de combate no Iraque e ajuda neste momento a levantar o moral das tropas e a convencer jovens a alistarem-se no exército.
Como o “Hurt locker”.
Biologicamente, a Natureza entregou ao género feminino uma função física de preservação da espécie.














Porém o cérebro humano evoluiu e qualquer ser humano pode, independentemente do género e como explica o “Hurt locker”, criar adição pelas circunstancias da guerra e pelas endorfinas e dopaminas daí emergentes.
Fascinante, como diria Mr Spock, da nave Entreprise.
Fascinante, mas ameaçador, como ele, Mr Spock, também explicava, enquanto agia em conformidade.

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