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sábado, 30 de outubro de 2010
Very fast post in blog 36 - o Requiem de Fauré na Gulbenkian
Este blogue confessa-se novamente emocionado. O maestro talvez nalgumas partes tenha sido lento. Mas com isso conseguiu o silencio e a concentração dos espetadores na Gulbenkian. Dies illa, dies irae,calamitatis et miseriae (Que dia, um dia de ira, calamidade e tristeza). Não é precisa uma política dirigista e demasiado subsidiarizante do ministério da Cultura. É necessário sim que o ministério compreenda que espetáculos destes, de tão alto nível, com a soprano portuguesa Ana Quintans a cantar maravilhosamente e bem acompanhada pelo barítono português Luis Rodrigues, saiam das paredes da fundação e sejam usufruidas pelo povo. A entidade reguladora da televisão pode bem num dos dias da semana lançar impostos elevados sobre os programas de baixo nivel para convencer as estações a comprar os programas de alto nível; que podem ser vendidos às televisões estrangeiras; que podem ser apoiados, os programas de alto nível, por simples cidadãos em regime de mutualidade. Pobre ministério da Cultura; pobre na rubrica do orçamento do Estado, que tão rico podias ser, mesmo com essa rubrica de dies irae, calamitatis et miseriae.
Está comovido, este blogue.
Publicada por
Fernando de Carvalho Santos e Silva
à(s)
02:22
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Etiquetas:
política cultural,
Requiem de Fauré
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