quarta-feira, 3 de setembro de 2014

No, Mr Cameron, no Mr Hammond

No, I think not, Mr Cameron, that the best response to the violence of fanatics who call themselves Islamists is not the force of arms.
Is a legitimate answer, but do not think that is the best.
And do not call them jihadists.
Do not offend sincere believers of the religion of Islam, peace.
These days, different time of the military chief who accumulated the functions of prophet, jihad is the inner struggle for improvement.
The Koran says that no one but Allah has the right to take life to anybody, and the ink of the wise is worth more than the blood of the martyr.
I think therein lies the best answer, information and religious discussion.
Publicly denounce the bigotry and ignorance.
But Mr Hammond, I think you will agree that there are already studies and enough collection and processing of data that relate (more than correlate) the economic conditions of parents and success, academic failure and social inequalities, unemployment and vandalism (regardless of repression police).
So do not say that fanatics born in England who joined the violence in the Middle East countries betrayed the values ​​of England.
No, they are the values ​​of the policy of Thatcher, who ignored, to reduce public spending and to benefit the business of education, the education of extensive layers of young people, leaving them to corruption (corruption means weakness) stimulated by fanatical Muslim clerics .
I suggest you read Eca de Queiroz, Portuguese writer of the late nineteenth century.
There should be an English edition of the Letters of England.
Read his columns on the infamy of the bombardment of Alexandria and about the war in Afghanistan under British occupation.
Transcribe the comment to the rebellion of Alexandria: "The Crescent has not been so devastated that consents to be systematically beaten by the cross."
Also Worry about who sold weapons, ammunition and armed fanatics to vans.
Follow the market work, understand that it can not be left free when harm third parties. As economists say, when they generate externalities.
Not the arms deal.
Would be a better answer.




Não, penso que não, Mr Cameron, que a melhor resposta à violencia dos fanáticos que se dizem islâmicos não é a força das armas.
Será uma resposta legítima, mas não penso que seja a melhor.
E não lhes chame jihadistas.
Não ofenda os crentes sinceros da religião do Islão, da paz.
Nos tempos que correm, diferentes do tempo do chefe militar que acumulou as funções de profeta, a Jihad é a luta interior pelo aperfeiçoamento.
O Corão diz que ninguém, só Alá, tem o direito de tirar a vida seja a quem for, e que a tinta do sábio vale  mais do que o sangue do mártir.
Penso que é aí que reside a melhor resposta, na informação e na discussão religiosa.
Denunciar publicamente o fanatismo e a ignorancia.
Mas Mr Hammond, penso que concordará que já existem estudos de recolha e tratamento de dados que relacionam (mais do que correlacionam) as condições económicas dos pais e o sucesso, as desigualdades sociais e insucesso escolar, o desemprego e o vandalismo (independentemente da repressão policial).
Por isso não diga que os fanáticos nascidos em Inglaterra que aderiram à violencia nos paises do médio oriente trairam os valores da Inglaterra.
Não, eles são os valores da politica da Thatcher, que ignorou, para reduzir as despesas públicas e para beneficiar os empresários da educação, a educaçao de extensas camadas de jovens, abandonando-os à corrupção (corrupção significa fraqueza) estimulada pelos clérigos muçulmanos fanáticos.
Sugiro que leiam Eça de Queirós, escritor português do fim do século XIX.
Deve haver uma edição inglesa das Cartas de Inglaterra.
Leiam as suas crónicas sobre a infamia do bombardeamento de Alexandria e sobre a guerra no Afeganistão sob ocupação britânica.
Transcrevo o comentário à rebelião de Alexandria: "o crescente ainda não anda tão de rastos que consinta em ser sistematicamente espancado pela cruz".
Preocupem-se também com quem vendeu armas, munições e carrinhas armadas aos fanáticos.
Sigam o mercado a funcionar, entendam que ele não pode ser deixado livre quando prejudica terceiros. Como dizem os economistas, quando geram externalidades.
Não ao negócio das armas.
Seria uma resposta melhor.

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