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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

3 boas razões para votar em partidos que nunca fizeram parte de governos constitucionais

3 boas razões para votar em maio de 2014 nas eleições para o parlamento europeu em partidos que nunca fizeram parte de governos constitucionais, sendo que grande parte dos males que nos afligem vem do centro da Europa:

1 - porque as taxas de 5% e 4% a 10 anos implicam pagamentos de juros incomportáveis,
                         o parlamento europeu pode, se os partidos referidos tiverem uma boa representação, alterar a regra de que os governos não se pode financiar no mercado primário (taxas de juro inferiores a 1%, quando os bancos, os financeiros e os investidores impõem juros de 4 e 5%);
2 - porque a quase deflação em que vivemos contribui para reduzir o PIB e o rendimento das exportações (exporta-se maior quantidade mas recebe-se o mesmo ou menos), para desvalorizar os salários, para aumentar o esforço de crescimento necessário para "cobrir a dívida" e para desmotivar os empresários a investir na industria, uma vez que os preços dos produtos baixam,
                         o parlamento europeu pode, se os partidos referidos tiverem uma boa representação, obrigar o BCE e os bancos centrais a emitir moeda (para reduzir as dívidas) e a desvalorizar o euro (para faclitar as exportações) controlando a inflação através do aumento das taxas de juro de referencia que etão anormalmente baixas
3 - porque o desequilíbrio da balança de pagamentos é o principal problema do país,
                        o parlamento europeu pode, se os partidos referidos tiverem uma boa representação, aprovar uma reforma fiscal em que em países em má situação o IVA dos produtos importados não essenciais possa ser aumentado (BMWs, Audis, VWs, Mercedes, Rolexs, por exemplo)

Depois, nas eleições legislativas de 2015, será conveniente voltar a votar em partidos que nunca estiveram em governos constitucionais para evitar que o novo governo defenda os interesses dos grupos económicos que tudo farão para torpedear as 3 medidas acima (notar que nenhuma das medidas acima está nos programas eleitorais dos partidos que têm pertencido aos governos constitucionais).

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O autocolante para as eleições europeias

É imperioso que se reduzam as pensões e os ordenados da função pública, e que se promova o desemprego que contenha a inflação, para que  haja dinheiro para cobrir as imparidades do BPN que não foram vendidas ao BIC e para que as entidades externas que detêm o poder possam ser ressarcidas a um juro de 4% pelos seus empréstimos e satisfeitas por verem aplicadas as suas teorias desfasadas da realidade e comprovadamente assentes em previsões falhadas. As doenças atacam-se nas causas. E as eleições de maio de 2014 para o parlamento europeu poderiam ser um tratamento eficaz contra a doença. Mas receia-se que o autocolante, encontrado por aí, tenha razão, e que pensar custe muito.