https://www.railmagazine.com/news/barriers-were-raised-at-scene-of-fatal-level-crossing-collision
A particularidade deste acidente é de que a investigação concluiu que as barreiras estavam levantadas e as luzes avisadoras não acenderam, o que é obviamente inaceitável.
O registo de outros acidentes recentes https://fcsseratostenes.blogspot.com/2026/05/26-de-maio-de-2026-mais-um-acidente-com.html
mostra que o tempo entre a chegada do comboio à passagem de nível e o fecho das cancelas e início do aviso pode ser demasiado curto, não deixando tempo a quem iniciou a travessia antes do fecho das cancelas para a concluir.
Embora seja um investimento elevado (não no caso de Lancashire), deveria ser obrigatório por força de intervenção da Comissão Europeia, a substituição de todas as passagens de nível porque a velocidade dos comboios é incompatível com a partilha das PN com a rodovia.
Por cá, continua o martírio, mais cinco vítimas em dois meses, https://omirante.pt/sociedade/2026-07-25-cinco-atropelamentos-ferroviarios-na-regiao-em-pouco-mais-de-dois-meses-f64b7c7b ignorando-se se atropelamento ou suicídio mas, atendendo ao elevado número, parecerá tratar-se de acidentes devidos à configuração da infraestrutura. Sem menosprezo pelo profissionalismo dos colegas que trabalham no planeamento das possíveis soluções, que deveria ter sido suportado pelo PRR, https://www.infraestruturasdeportugal.pt/pt-pt/plano-para-reducao-da-sinistralidade-em-passagens-de-nivel-2024-2030 a situação é intolerável.
Sem comentários:
Enviar um comentário