sexta-feira, 22 de março de 2019

Pedalando nos passeios - à consideração de quem possa interessar-se

A senhora grávida puxando o carrinho das compras deslocando-se a 3 km/h e o jovem ciclista pedalando em sentido contrário a 18 km/h cruzaram-se no passeio à minha frente no reduzido espaço deixado livre para os peões entre o canteiro de relva e a esplanada em que estou sentado no final de uma manhã de sol.
Em caso de desequilíbrio de um dos intervenientes por imprevista causa a quantidade de movimento de eventual colisão seria proporcional à velocidade soma, isto é, 21 km/h.
Escusado será talvez lembrar a gravidade das consequencias de um acidente destes e que existem leis e regulamentos para os evitar.
E que existem polícias a quem a câmara municipal de Lisboa, a EMEL e o senhor secretário de Estado da Administração Interna dizem que não fiscalizem e que não multem (referindo-se aos ciclistas com mais de 10 anos pedalando em cima dos passeios, não às senhoras grávidas).
Escusado será talvez lembrar que não há seguro que pague os danos de um acidente destes, nem apague o remorso de quem os deixou acontecer.

Nota: é fácil calcular as velocidades: fixa-se uma distancia de alguns metros e contam-se os segundos que quem se desloca levou a percorrer a distancia dada. Diz-se baixinho 121, 122,  são 2 segundos. Multiplica-se a distancia em metros por 3,6 (1 hora=3600s) e divide-se pelo número de segundos. Obtem-se a velocidade em km/h. 












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