Que bonito que está o jardim.
Ainda não se pode frequentar porque está em acabamentos, mas já se vê como está bonito.
Não contribuirá tanto para o PIB como uma produção de bens transacionáveis ou vendáveis, mas faz bem a senhora câmara em gastar dinheiro com estas coisas. Os pobres reformados agradecem, e as senhoras praticantes de jogging também.
já temos uma promessa de quiosque
Dois pequenos exemplos de que ainda há quem pense bem nos pormenores para fazer bem
os pontos de fixação são 4, distribuindo o esforço
as setas são um elemento tradicional mas perigoso; parece boa a solução encontrada
Lisboa, Chelas, parque da Belavista.
Ruído de obras de arranjos para o próximo Rock in Rio.
Existe um contrato entre a câmara de Lisboa e a organização deste espetáculo.
Tem vantagens e terá inconvenientes.
O que me interessa focar é a prioridade que se dá a esta atividade.
Durante o ano, o parque permite o usufruto pelas pessoas que moram perto, em Chelas, e é um gosto vê-las felizes a passear e a piquenicar.
Mas assim se vê a hierarquia de valores dos decisores.
O parque não tem infraestruturas para os seus beneficiários habituais.
Não tem instalações sanitárias, não tem um café, não tem edifícios de apoio.
Tem uma vedação em grande parte da sua extensão inestética.
Tem um campo de golfe abandonado com as respetivas infraestruturas de apoio fechadas.
Podia ser um pequeno Central Parque.
Podia não ser monopolizado pelo Rock in Rio.
Mas não vale a pena chorar no leite derramado.
E até dá jeito, para que se deixe estar o parque como está, manter o preconceito de que o local é inseguro, e que os moradores são os moradores da zona N de Chelas.
Há dinheiro para o Rock in Rio, não há dinheiro para o parque da Belavista.
É uma questão de opção.