Com a aproximação da inauguração da linha circular, anunciada recentemente pelo metropolitano para o 1º trimestre de 2027, a sua administração insiste em recusar a sua substituição pela linha circular, a exemplo do que o metro de Londres fez em 2009 com a sua linha circular. Acontece que o sistema de sinalização contratado à Semens só prevê os itinerários automáticos para a linha circular, estimando-se a sua alteração para a linha em laço, incluindo esquema em "partilha" entre os dois modos entre 10.000 a 30.000 euros.
Insiste a junta de freguesia de Lumiar em reivindicar o esquema de "partilha", pelo menos durante as horas de ponta. Tal terá o inconveniente de nos momentos de passagem de comboios de um modo para o outro (entrada de comboio vindo de Odivelas na linha circular, por exemplo) se induzirem atrasos devido ao tempo de comprovação da segurança do itinerário de entrada.
Entrada comboio C1 de OD na linha C par no AMV2 (prever uma janela requerendo comprovação das condições de segurança para entrada de 3 minutos=intervalo entre comboios=1min antes da passagem+1min durante+1 min após) + passagem pela cróssima A (risco colisão com comboio da linha C impar). Probabilidade de entrar sem perturbação 0,33 x 0,33= 0,11 (i.é, 11%), elevada probabilidade de perturbar toda a circulação da linha circular par.
Entrada
comboio C2 de TE na linha C impar no AMV3:
itinerário a proteger contra colisão contra comboios da C par na
cróssima B + contra comboios da circular impar no AMV 3
Saída de C3 da circular par para TE no AMV 4 (linha em laço) e seguimento para Odivelas pelo AMV5: a proteger contra saída de C4 da circular impar para OD no AMV 5 (linha em laço)
Saída de C4 da circular ímpar para OD pelo AMV 5: a proteger contra itinerário CG-TE no AMV 6
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