sábado, 28 de maio de 2016

Notícias de fim de maio de 2016


  • Comecemos pelo programa de economia da RTP3:

http://www.rtp.pt/play/p2241/numeros-do-dinheiro

Com alguma afirmações curiosas. Por exemplo, que em termos de burocracia, , ainda antes do último simplex de 255 medidas, já Portugal apresentava indicadores superiores aos da UE, exceto na obrenção de crédito. Só que neste capítulo a burocracia é dos bancos, não é pública... E que afinal o relatório da CE sobre o programa de reformas até é inócuo, considerando que as recomendações corretivas se aplicam a 16 dos 28 países. Isto é, a CE começa a compreender que é necessário reformar as regras. A menos que, como diz Ricardo Pais Mamede, os países se queiram suicidar.

  • Discurso de Obama em Hiroshima: ao progresso técnico tem de corresponder o progresso das instituições
  • Canções de Terezinstad por Sylvia Schwartz, para que não se esqueça a barbaridade da guerra:  http://www.abc.es/cultura/musica/abci-musica-creada-campo-terezin-emociona-teatro-real-201605221946_noticia.html
  • continuam as manifestações em França contra a nova lei laboral: a maioria está contra, mas Hollande e o seiprimeiro inistro insistem que têm razão, para aumentar a competitividade. Pena acharem, no país em que o front populaire conseguiu as férias pagas 
como disse Manuel Alegre, provavelmente recordando-se de Pierre Chevenement em 1975, a esquerda não pode falhar, não pode andar de bastão em riste, não pode trair

  • Chile: manifestações de estudantes, para que o ensino não seja elitista e não preserve a desigualdade das elites, à atenção da presidente Bachelet

  • notícias da oligarquia de Temer: comentário de um deputado doPT: "o cleptomaníaco Cunha (ex-presidente da câmara de deputados, afastado pelo supremo tribunal por "não ter qualificações pessoais mínimas para ocupar a segunda posição na hierarquia do estado") manda no governo de Temer. "  Curiioso como a onda das investigações contra a corrupção, principalmente desencadeada pelo PT, vai varrendo tudo... 
  • PPP - contrariamente ao afirmado pela UTAO (sempre desconfiei dos certinhos impecáveis fiscalizadores das contas) o XXI governo lá conseguiu reduzir um bocadinho da fatura das PPP para o ano corrente através de acordo judicial que substituiu os pedidos de 1530 milhões de euros de reequilibrio financeiro  das concessões do litoral centro, do oeste e do interior norte, para 39 milhões. Parece razoável.
  • Acordo operadores-sindicato dos estivadores - votos de que se concretize, com aplausos para a mediação da ministra do mar, Ana Vitorino. Não foi preciso a requisição civil, nem continuará o boicote, não haverá despedimentos e acabará o trabalho precário com integração dos contratados da Porlis na convenção coletiva de trabalho. Exemplo para o governo francês.

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