terça-feira, 10 de abril de 2012

As maçãs Pink lady

Não gosto de fazer compras nas grandes superfície comerciais, por razões ligadas à lei de Fermat-Weber, mas às vezes tenho de lá ir.
Logo a seguir aos detetores da entrada, apareceu-me uma menina com um tabuleiro cheio de maçãs.
Era a promoção das maçãs Pink lady.
Que eu provasse e dissesse se não eram boas.
Eram, eram boas, mas perguntei de onde vinham.
De França.
Ai desculpe, então não compro.
Não tenho nada contra os produtores franceses, mas os produtos agrícolas devem ser consumidos perto do local de produção, para evitar desperdícios de energia no transporte e reduzir as emissões de CO2 (quanto mais não seja, para que possa continuar a haer maçãs por muitos séculos).
Prefiro comprar as peras rocha.
Estão duras mas amadurecem em casa, embora uma ou outra apodreça.
Também trouxe um saco de batatas de 5 kg para cozer.
Só em casa reparei na etiqueta -  Origem: França.
Parafraseando a canção, ai batatas de Montalegre, ai deus, onde estão?
E a balança de pagamentos, como fica com as maçãs e as batatas francesas?

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